A dica veio do site InovarteBC.
Todos sabemos que iluminar um estúdio não deve ser uma tarefa muito difícil, e preparar uma iluminação para um fundo preto ou escuro é um bom ponto de partida. No vídeo abaixo é possível observar algumas diferentes configurações de iluminação para esse tipo de fundo em estúdios.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Uma ótima idéia: Site cria registro de equipamentos fotográficos roubados

Veja que bela idéia, relatada em matéria do site "Resumo Fotográfico".
Criado pelo fotógrafo e analista de sistemas Sérgio Muricy, o site Equipamentos Roubados, é um registro nacional de códigos seriais de equipamentos fotográficos que foram roubados ou furtados.
O funcionamento do site é totalmente gratuíto, tanto para consultas quanto para inclusão de equipamentos roubados. Para informar equipamentos roubados, basta realizar um cadastro pessoal. Quando um serial é encontrado através da busca, um e-mail é enviado para o proprietário, com as informações de contato do usuário que efetuou a consulta.
A idéia de criar o site surgiu depois que Sérgio acompanhou diversos casos de roubos de equipamentos. O objetivo do site é dificultar, tanto a venda, quanto a compra de equipamentos roubados, através da sua identificação.
Talvez, dessa forma, tenhamos uma ferramenta para, quem sabe, inibir um pouco o comércio desses equipamentos e consequentemente mostrar que estamos unidos para não ser algo tão corriqueiro. - conta Muricy
O site foi lançado em Junho de 2011 e segundo o responsável, recebe atualmente uma média de 100 a 150 acessos por dia e entre 5 a 10 consultas. Já são 83 usuários cadastrados e 185 equipamentos roubados registrados.
Acesse: www.equipamentosroubados.com.br
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Vencedores do Concurso “Fotografe Blumenau”
Com sete inscritos, o concurso “Fotografe Blumenau” teve como intuito motivar os blumenauenses a conhecer a cidade. Desses inscritos, cinco foram classificados como vencedores, onde o primeiro lugar ficou para Jaime Batista da Silva, segundo lugar Jean Carlos Corrêa, terceiro lugar Augusto Thiesen Neto, quarto lugar André Cunha e o quinto lugar foi para Sabine Haertel.
Os prêmios serão entregues durante a reunião mensal do Conselho, no dia 08 de novembro. Em breve, as fotos estarão disponíveis no site da Secretaria de Turismo, www.turismoblumenau.com.br, no Banco de Imagens.
O comitê julgador foi formado por sete entidades, sendo elas Fundação Cultural de Blumenau (FCBLU), Sindicato do Comercio Varejistas de Blumenau (Sindilojas), Associação Comercial e Industrial de Blumenau (Acib), Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas de Santa Catarina (SEBRAE), Universidade de Blumenau (FURB), Blumenau e Vale Europeu Convention e Visitors Bureau (BC&VB) e o Conselho Municipal de Turismo (CMT).
De acordo com o secretário de Turismo, José Eduardo Bahls de Almeida, o principal objetivo é registrar e valorizar a cidade, além de, criar um banco de imagens. “Essas fotografias serão disponibilizadas no site da Secretaria de Turismo, onde qualquer pessoa poderá visualizar ou utilizar para divulgação da cidade, a partir de prévia autorização”, diz Bahls de Almeida.
Regulamento
Foi permitida a participação de qualquer fotógrafo amador que resida há, pelo menos, dois anos, em Blumenau. As inscrições puderam ser individuais ou em grupos com o tema livre. Além disso, os participantes optaram pela categoria que pretenderam concorrer, sendo elas, fotografia coloridas, preto e branco ou sépia e digitalizadas. As inscrições aconteceram de 11 a 26 de agosto na Secretaria de Turismo (rua Alberto Stein, 199, Velha - Parque Vila Germânica.
Os prêmios serão entregues durante a reunião mensal do Conselho, no dia 08 de novembro. Em breve, as fotos estarão disponíveis no site da Secretaria de Turismo, www.turismoblumenau.com.br, no Banco de Imagens.
O comitê julgador foi formado por sete entidades, sendo elas Fundação Cultural de Blumenau (FCBLU), Sindicato do Comercio Varejistas de Blumenau (Sindilojas), Associação Comercial e Industrial de Blumenau (Acib), Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas de Santa Catarina (SEBRAE), Universidade de Blumenau (FURB), Blumenau e Vale Europeu Convention e Visitors Bureau (BC&VB) e o Conselho Municipal de Turismo (CMT).
De acordo com o secretário de Turismo, José Eduardo Bahls de Almeida, o principal objetivo é registrar e valorizar a cidade, além de, criar um banco de imagens. “Essas fotografias serão disponibilizadas no site da Secretaria de Turismo, onde qualquer pessoa poderá visualizar ou utilizar para divulgação da cidade, a partir de prévia autorização”, diz Bahls de Almeida.
Regulamento
Foi permitida a participação de qualquer fotógrafo amador que resida há, pelo menos, dois anos, em Blumenau. As inscrições puderam ser individuais ou em grupos com o tema livre. Além disso, os participantes optaram pela categoria que pretenderam concorrer, sendo elas, fotografia coloridas, preto e branco ou sépia e digitalizadas. As inscrições aconteceram de 11 a 26 de agosto na Secretaria de Turismo (rua Alberto Stein, 199, Velha - Parque Vila Germânica.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Veja quem levou o prêmio "Fotógrafo de Vida Selvagem 2011"
Daniel Beltrá foi o eleito do Veolia Environment Wildlige Photographer of the Year 2011, com a fotografia “Still life in oil”, que captou durante os dois meses que passou a documentar a maré negra no Golfo do México. A imagem mostra um grupo de pelicanos castanhos, com a plumagem coberta de óleo, aguardando a primeira fase do processo de limpeza no centro de recuperação de aves em Fort Jackson, no Louisiana.

A fotografia do espanhol foi a eleita entre um total de 41 mil imagens, de 95 países. Beltrá é colaborador da organização internacional Greenpeace e captou a imagem dos pelicanos afetados pela maré negra em 20 de Junho do ano passado, depois da explosão da plataforma petrolífera Deepwater Horizon, da BP, em 20 de Abril, explica o site da Greenpeace.
Fonte

A fotografia do espanhol foi a eleita entre um total de 41 mil imagens, de 95 países. Beltrá é colaborador da organização internacional Greenpeace e captou a imagem dos pelicanos afetados pela maré negra em 20 de Junho do ano passado, depois da explosão da plataforma petrolífera Deepwater Horizon, da BP, em 20 de Abril, explica o site da Greenpeace.
Fonte
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Usando a luz disponível..
A interessante matéria abaixo teve como fonte o blog "Por trás da objetiva".
Fotografia básica: Luz disponível

Exemplo do uso de luz lateral para acentuar o relevo e dar tridimensionalidade
Par obter bons resultados fotografando com luz disponível, seja ela natural, ao ar livre, ou através de janelas, lâmpadas e etc, é importante saber reconhecer a qualidade e intensidade da luz e se adaptar a ela. Não acho que caiba, nesse post, uma explicação teórica, por isso, resolvi contar como faço para conseguir a luz que mais me agrada.
Como fotografo sozinho, raramente tenho a oportunidade de usar rebatedores (a não ser quando eles estão presentes no ambiente), portanto, preciso me virar com a luz do sol sem poder manipulá-la.
Raramente direciono meus motivos, uma vez que, ao fazer isso estou interferindo no que está acontecendo e isso vem de encontro ao que acredito ser um dos pilares do fotojornalismo. A única ressalva é quando esse direcionamento se torna óbvio, quando, por exemplo, o motivo posa, encara a objetiva, exibe objetos e etc. A maioria dos retratos que faço acontece durante conversas (converso muito com os personagens), quando vejo que o cara não está em uma posição favorável, troco de lugar com ele ou simplesmente peço pra ir mais lá ou mais pra cá. Não vejo isso como uma “intervenção” ou “mudança da realidade”, uma vez que o motivo está conversando comigo e, dessa forma, reagindo a estímulos. Quando isso não e possível, ou não é interessante para a pauta, preciso me posicionar de maneira a conseguir a luz mais adequada a cada trabalho. Isso não é fácil, requer prática e treino.
Eu gosto muito de luz de contra, acabo, meio que instintivamente, apostando nesse tipo de iluminação, uso muito a luz lateral também. Os dois tipos de iluminação acentuam os relevos, as formas. As laterais, geralmente dão uma tridimensionalidade à imagem. Ao mesmo tempo, o contra luz pode “chapar” uma foto até quase torná-la uma marca gráfica. Gosto do meio termo entre as duas, uma luz lateral que vem de traz do motivo, ¾. A luz frontal é importante quando é preciso tornar algo perfeitamente visível, o problema é que ela frequentemente elimina os relevos. A luz do sol geralmente vem de cima, por isso, produz sombras nos olhos das pessoas, por exemplo. Prefiro usá-la quando o céu está encoberto ou através de grandes janelas, para que a luz fique mais suave. Também é legal usar o meio termo entre frontal e lateral, dessa forma um lado fica ligeiramente mais escuro e o efeito de tridimensionalidade é, novamente, perceptível.
É legal, também, misturar tipos de iluminação, podemos ter, por exemplo, uma grande janela produzindo luz suave e uma lâmpada do lado oposto produzindo luz dura, se mesclarmos as duas fontes e ajustar a exposição iremos ressaltá-las. Como o sol produz luz mais intensa do que a lâmpada, às vezes será necessário que o motivo esteja mais próximo da lâmpada do que da janela, mas isso depende de cada caso e cabe ao fotógrafo perceber esses pormenores e se adaptar. A dica é se movimentar, olhar a mesma cena de vários ângulos e escolher o mais adequado.
Entender a luz que o ambiente proporciona é uma maneira simples para aprender a manipulá-la com elementos artificiais (flash, Fresnel, LED e etc). Muitas vezes eu olho pra uma cena e penso, “se tivesse uma janela ali a foto iria ficar demais”. Saco do meu bomb o flash, conecto no Pocket Wizard e posiciono, virado para uma parede clara (para aumentar a fonte de luz para que a iluminação fique suave), dessa forma, é como se tivesse aberto uma janela na parede. Para ter essa percepção, é necessário conhecer como a luz se comporta.
Fotografia básica: Luz disponível

Exemplo do uso de luz lateral para acentuar o relevo e dar tridimensionalidade
Par obter bons resultados fotografando com luz disponível, seja ela natural, ao ar livre, ou através de janelas, lâmpadas e etc, é importante saber reconhecer a qualidade e intensidade da luz e se adaptar a ela. Não acho que caiba, nesse post, uma explicação teórica, por isso, resolvi contar como faço para conseguir a luz que mais me agrada.
Como fotografo sozinho, raramente tenho a oportunidade de usar rebatedores (a não ser quando eles estão presentes no ambiente), portanto, preciso me virar com a luz do sol sem poder manipulá-la.
Raramente direciono meus motivos, uma vez que, ao fazer isso estou interferindo no que está acontecendo e isso vem de encontro ao que acredito ser um dos pilares do fotojornalismo. A única ressalva é quando esse direcionamento se torna óbvio, quando, por exemplo, o motivo posa, encara a objetiva, exibe objetos e etc. A maioria dos retratos que faço acontece durante conversas (converso muito com os personagens), quando vejo que o cara não está em uma posição favorável, troco de lugar com ele ou simplesmente peço pra ir mais lá ou mais pra cá. Não vejo isso como uma “intervenção” ou “mudança da realidade”, uma vez que o motivo está conversando comigo e, dessa forma, reagindo a estímulos. Quando isso não e possível, ou não é interessante para a pauta, preciso me posicionar de maneira a conseguir a luz mais adequada a cada trabalho. Isso não é fácil, requer prática e treino.
Eu gosto muito de luz de contra, acabo, meio que instintivamente, apostando nesse tipo de iluminação, uso muito a luz lateral também. Os dois tipos de iluminação acentuam os relevos, as formas. As laterais, geralmente dão uma tridimensionalidade à imagem. Ao mesmo tempo, o contra luz pode “chapar” uma foto até quase torná-la uma marca gráfica. Gosto do meio termo entre as duas, uma luz lateral que vem de traz do motivo, ¾. A luz frontal é importante quando é preciso tornar algo perfeitamente visível, o problema é que ela frequentemente elimina os relevos. A luz do sol geralmente vem de cima, por isso, produz sombras nos olhos das pessoas, por exemplo. Prefiro usá-la quando o céu está encoberto ou através de grandes janelas, para que a luz fique mais suave. Também é legal usar o meio termo entre frontal e lateral, dessa forma um lado fica ligeiramente mais escuro e o efeito de tridimensionalidade é, novamente, perceptível.
É legal, também, misturar tipos de iluminação, podemos ter, por exemplo, uma grande janela produzindo luz suave e uma lâmpada do lado oposto produzindo luz dura, se mesclarmos as duas fontes e ajustar a exposição iremos ressaltá-las. Como o sol produz luz mais intensa do que a lâmpada, às vezes será necessário que o motivo esteja mais próximo da lâmpada do que da janela, mas isso depende de cada caso e cabe ao fotógrafo perceber esses pormenores e se adaptar. A dica é se movimentar, olhar a mesma cena de vários ângulos e escolher o mais adequado.
Entender a luz que o ambiente proporciona é uma maneira simples para aprender a manipulá-la com elementos artificiais (flash, Fresnel, LED e etc). Muitas vezes eu olho pra uma cena e penso, “se tivesse uma janela ali a foto iria ficar demais”. Saco do meu bomb o flash, conecto no Pocket Wizard e posiciono, virado para uma parede clara (para aumentar a fonte de luz para que a iluminação fique suave), dessa forma, é como se tivesse aberto uma janela na parede. Para ter essa percepção, é necessário conhecer como a luz se comporta.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Veja fotografias incríveis de miniaturas do mundo
A 37º competição de fotomicrografia Nikon Small World nos ajudou a ver maravilhas além da capacidade dos nossos olhos.
Quase 2000 inscrições de 70 países competiram pelo reconhecimento no concurso anual, que celebra a fotografia através de um microscópio.
Cientistas e fotógrafos voltaram sua atenção sobre uma vasta gama de assuntos, tanto vivos quanto artificiais, por vezes ampliando-os mais de 2.000 vezes de seu tamanho original. Confira algumas imagens magníficas:

O Dr. Igor Siwanowicz, da Alemanha, participou do concurso com “Retrato de uma larva Chrysopa sp.” com ampliação de 20 vezes usando o método confocal.

Uma folha de grama ampliada 200 vezes por Donna Stolz, da Universidade de Pittsburgh, EUA, que usou reconstrução confocal e autofluorescência.

Essa imagem é uma fluorescência intrínseca de Lepidozia reptans com ampliação de 20 vezes em uma montagem com microscopia confocal pelo Dr. Robin Young.

Um olho de camarão de água doce com fotografia de empilhamento por José R. Almodovar, de Porto Rico.

Usando laser disparado em alta velocidade, Dr. John H. Brackenbury, do Reino Unido, capturou uma gota de água contendo um par de larvas de mosquito.
Veja mais, na matéria original, e também aqui.
Quase 2000 inscrições de 70 países competiram pelo reconhecimento no concurso anual, que celebra a fotografia através de um microscópio.
Cientistas e fotógrafos voltaram sua atenção sobre uma vasta gama de assuntos, tanto vivos quanto artificiais, por vezes ampliando-os mais de 2.000 vezes de seu tamanho original. Confira algumas imagens magníficas:

O Dr. Igor Siwanowicz, da Alemanha, participou do concurso com “Retrato de uma larva Chrysopa sp.” com ampliação de 20 vezes usando o método confocal.

Uma folha de grama ampliada 200 vezes por Donna Stolz, da Universidade de Pittsburgh, EUA, que usou reconstrução confocal e autofluorescência.

Essa imagem é uma fluorescência intrínseca de Lepidozia reptans com ampliação de 20 vezes em uma montagem com microscopia confocal pelo Dr. Robin Young.

Um olho de camarão de água doce com fotografia de empilhamento por José R. Almodovar, de Porto Rico.

Usando laser disparado em alta velocidade, Dr. John H. Brackenbury, do Reino Unido, capturou uma gota de água contendo um par de larvas de mosquito.
Veja mais, na matéria original, e também aqui.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Incrível: Iluminando e editando um B-52
Mais uma bela matéria do site InovarteBC. Veja:
O bombardeiro B-52 é um dos maiores veteranos de guerra, e para tal, o fotógrafo Eric Curry precisava fazer fotos que respeitassem e estivessem no nível da aeronave bélica. Para tal ele aplicou uma técnica onde, através de inúmeras fotos tiradas com a iluminação em diferentes posições e combinadas mais tarde de maneira criativa e talentosa através de camadas no photoshop.

Confira o vídeo abaixo e aprenda a reproduzir a técnica de múltipla iluminação.
O bombardeiro B-52 é um dos maiores veteranos de guerra, e para tal, o fotógrafo Eric Curry precisava fazer fotos que respeitassem e estivessem no nível da aeronave bélica. Para tal ele aplicou uma técnica onde, através de inúmeras fotos tiradas com a iluminação em diferentes posições e combinadas mais tarde de maneira criativa e talentosa através de camadas no photoshop.

Confira o vídeo abaixo e aprenda a reproduzir a técnica de múltipla iluminação.